Bolsonarinho, conhecido por suas ideias fora da caixa (ou melhor, fora do planeta), justificou a necessidade da reforma afirmando que "trabalhar menos é o novo trabalhar mais". Em sua visão, os trabalhadores brasileiros precisam de mais tempo para pensar na vida, nos sonhos, e principalmente, nas melhores formas de procrastinar. Afinal, quem precisa de descanso quando se pode ter uma jornada de reflexão profunda sobre a existência, com direito a café e bolinho?
A proposta gerou reações imediatas. Os sindicatos, inicialmente chocados, começaram a cogitar a possibilidade de incluir 'meditação corporativa' nas reuniões de pauta. “Se não podemos lutar por melhores salários, pelo menos podemos meditar sobre eles”, declarou um sindicalista em estado de êxtase meditativo. Enquanto isso, os empresários já começaram a se preparar para a implementação da nova legislação, comprando almofadas de ioga e incensos para as salas de descanso.
A ideia de 12 horas de reflexão foi recebida com entusiasmo por muitos, especialmente entre aqueles que já se sentem sobrecarregados com a vida moderna. “Finalmente, uma oportunidade de pensar sobre por que eu escolhi essa profissão”, disse um trabalhador, enquanto olhava para o vazio com um olhar contemplativo. “Talvez eu devesse ter seguido carreira como influencer digital.”
Mas nem todos estão felizes com a nova proposta. Um grupo de trabalhadores já começou a se organizar contra a reforma, alegando que 12 horas de reflexão é um tempo excessivo. “Não dá para pensar em nada por tanto tempo! Fico exausto só de imaginar!”, reclamou um funcionário que, segundo amigos, já passou 12 horas tentando decidir entre café e chá.
Enquanto isso, Bolsonarinho continua sua cruzada pela reforma, prometendo que a nova CLT vai fazer o Brasil brilhar como nunca antes. “É hora de parar de trabalhar e começar a refletir! E se isso não funcionar, pelo menos teremos a desculpa perfeita para não ir ao trabalho”, concluiu com um sorriso, já pensando na próxima grande ideia: uma jornada de trabalho de 1 dia por mês, com 30 dias de férias para 'autoanálise'.
No final das contas, a nova CLT de Flávio Bolsonarinho pode ser a solução que muitos esperavam: mais tempo para pensar e menos tempo para trabalhar. Afinal, quem não gostaria de ter um trabalho onde a reflexão é a única atividade obrigatória? O Brasil, pelo jeito, vai se divertir muito com essa nova proposta.
