Em um épico e inusitado evento na política brasileira, um Senador, que é filho de um ex-presidente atualmente em situações complicadas com a lei, foi flagrado em um voo particular com um grupo de empresários que, segundo fontes confiáveis (ou não), têm um plano mirabolante: demitir funcionários se não ganharem no bingo da Câmara. Sim, você leu certo, bingo!
Em um momento de pura comédia política, o presidente Jair Bolsonaro decidiu desafiar o renomado economista Milton a um duelo de notas de corte, com uma quantia em dinheiro "X" em jogo. Aparentemente, Bolsonaro acredita que suas habilidades em economia são tão afiadas quanto suas declarações polêmicas.
O pastor Pimenta, conhecido por suas declarações polêmicas e por suas pregações inflamadas, surpreendeu a todos ao acusar o Presidente Picanha de ser "covarde e omisso". Segundo o religioso, o presidente não estaria agindo com firmeza diante dos desafios do país e estaria mais preocupado em saborear uma boa picanha do que em resolver os problemas da nação.
O deputado Oscar Marçal surpreendeu a todos esta semana ao propor uma lei no Congresso Nacional que proíbe políticos de usarem ternos amarelos em dias ímpares. Segundo o parlamentar, a cor amarela em dias ímpares pode trazer má sorte e atrair energias negativas para a política brasileira.
Em um desdobramento inusitado da disputa entre os doces mais amados do Brasil, a Bananinha decidiu exigir a prisão do Pudim após seu ex-coach publicar um suposto laudo de uso de brigadeiro. A polêmica começou quando a Bananinha, conhecida por sua personalidade forte e polêmica, se sentiu ameaçada pela ascensão do Pudim no mundo dos doces e decidiu agir com medidas extremas.
Em uma reviravolta digna de novela das nove, Manoel chamou Joaquim de 'pamonha' em plena praça pública. Aparentemente, a discussão começou por causa de uma disputa por uma vaga de estacionamento, mas logo se transformou em um verdadeiro espetáculo de humor involuntário.
Em um episódio digno de um roteiro de comédia, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, confundiu micro-ondas com microchips e declarou guerra ao Hezbollah do Líbano. Em um pronunciamento confuso, Bolsonaro afirmou que os micro-ondas estão sendo usados pelo grupo terrorista libanês para espionar o Brasil e que é preciso agir com firmeza contra essa ameaça.