A ideia surgiu durante um café da manhã em que o ex-presidente de cabelo alaranjado, conhecido por sua habilidade em criar planos mirabolantes, decidiu que Cuba precisava de um toque de modernidade. "Por que não unir o útil ao agradável?", questionou ele, enquanto tentava fazer um omelete com a mesma destreza com que lida com acordos internacionais. "Um parque temático é o que a ilha precisa! Imagina só: montanha-russa da Revolução, carrossel dos sonhos perdidos e a atração mais popular, a Casa dos Sorrisos, onde os visitantes podem ver, pela primeira vez desde 1960, um líder que não sorri!"
O líder da ilha que não sorri desde 1960, que estava visivelmente desconfortável na reunião, acenou com a cabeça em um gesto que poderia ser interpretado como “sim” ou “não, por favor, me tire daqui”. Ao que tudo indica, ele ficou particularmente entusiasmado com a ideia da montanha-russa, já que em seu país as emoções estão mais contidas do que um turista tentando não sorrir na frente de um selfie-stick.
Os planos do ex-presidente de cabelo alaranjado incluem uma série de atrações que prometem fazer o turismo cubano bombar mais do que uma bateria de escola de samba durante o Carnaval. Além da já mencionada montanha-russa da Revolução, haverá um show de fogos de artifício chamado "Explosão de Ideias", que, segundo o ex-presidente, irá "iluminar a noite cubana com a mesma intensidade das promessas não cumpridas".
Para garantir que o parque temático seja um sucesso, o ex-presidente de cabelo alaranjado terá uma equipe de consultores, composta por especialistas em fazer coisas que não funcionam, mas que parecem fazer sentido em reuniões de negócios. "Vamos trazer o Mickey, o Pato Donald e até o Pluto! A única diferença é que, aqui, eles vão trabalhar sem direitos trabalhistas", brincou, enquanto ajeitava seu cabelo alaranjado em um espelho improvisado.
Os cubanos, que ainda estão tentando entender o que aconteceu com a sua economia, agora se preparam para a possibilidade de um parque temático em que poderão, finalmente, tirar selfies com personagens históricos que não mudam de expressão há mais de seis décadas. "É melhor do que nada", comentou um cubano ao lado de uma estátua que também não sorri, "pelo menos teremos atrações que não sejam só discursos!"
Com o entusiasmo do ex-presidente de cabelo alaranjado e o silêncio enigmático do líder da ilha que não sorri desde 1960, Cuba pode finalmente estar à beira de uma nova era. Uma era em que o riso pode ser uma opção, mesmo que seja em forma de montanha-russa. E quem sabe, talvez um dia, o líder da ilha que não sorri também se junte à festa, mesmo que seja apenas em um holograma!
