Durante a coletiva de imprensa, o ministro, que parece ter saído diretamente de um filme de comédia, explicou que a ideia surgiu após perceber que seus próprios cães estavam mais informados sobre política do que muitos cidadãos. “Se eu escuto o Rex latindo na hora do noticiário, é óbvio que ele tem algo a dizer sobre a reforma da previdência!”, exclamou, enquanto um de seus cães, um vira-lata com um olhar perspicaz, concordava com a cabeça.

A proposta do diploma inclui um currículo abrangente, com disciplinas como “Latidos e suas Implicações Políticas” e “Como fazer uma manifestação eficaz sem sair do quintal”. O ministro ressaltou que a formação será oferecida em parceria com universidades locais, que já estão adaptando suas grades para incluir aulas práticas de “Caça ao Osso e à Verdade”.

Em uma demonstração de apoio à nova iniciativa, o ministro trouxe um grupo de cães, todos com pequenos chapéus de formatura, que foram apresentados como os primeiros alunos da nova instituição. “Esses cães já têm mais experiência em se comunicar do que muitos jornalistas por aí. Só falta um diploma para eles se tornarem influenciadores políticos”, argumentou, enquanto um dos cães, de pelagem brilhante, parecia estar mais interessado em um lanche do que em sua nova carreira.

Os críticos da proposta, no entanto, não tardaram a aparecer. “Isso é apenas uma maneira de distrair a população dos verdadeiros problemas”, comentou um filósofo local com uma expressão de desapontamento, enquanto um cachorro ao seu lado parecia estar mais atento a um gato na rua do que ao discurso. “Se eles querem incluir cães na política, que pelo menos façam um debate real, com direito a latidos e tudo!”

Com a nova ideia, o ministro espera que os cães possam trazer um frescor à política brasileira, onde a corrupção e os escândalos são mais comuns do que um passeio de domingo no parque. “Nós precisamos de mais transparência e menos ‘carne podre’ no debate político”, declarou, enquanto um cachorro atrás dele começava a roer um sapato de couro, como se estivesse simbolizando a corrupção que tanto aflige o país.

Enquanto isso, a população se divide entre os que apoiam a iniciativa e os que acham que a ideia é apenas mais uma maneira do ministro chamar atenção. “Se eu tiver que ouvir mais um discurso sobre reformas, pelo menos que seja feito por um cachorro”, disse uma cidadã, enquanto acariciava seu golden retriever. “Ele é mais simpático e, convenhamos, provavelmente mais honesto!”

Agora, o próximo passo do ministro com boina vermelha é garantir que os cães recebam seus diplomas antes das próximas eleições, para que possam participar ativamente das discussões sobre o futuro do país. “Se eles puderem latir sobre suas preocupações, quem sou eu para impedir?”, encerrou, enquanto um dos cães, tentando impressionar o público, começou a fazer truques que deixariam qualquer político envergonhado.